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Mocajuba
POTENCIALIDADES:
A região do baixo Tocantins, em especial o
Município de
Mocajuba que fica a aproximadamente 230 quilômetros da capital Belém
tem acesso através da rodovia estadual PA 151 e do Rio Tocantins
onde se encontram as ilhas de Santana, Camaleão, Jutuba, Rosário,
Rufino e Angapijó, essa região possui
recursos naturais que podem ser fonte potencial de desenvolvimento
econômico.
Para
aproveitá-la de modo adequado e competente, na intenção de gerar
riqueza e bem-estar, de forma sustentada para a região, é necessário
vencer os obstáculos e as limitações. Para isso, é essencial um novo
modelo que incorpore a dimensão ambiental e que desenvolva
alternativas tecnológicas e organizacionais compatíveis com o
sistema ecológico
Entre as espécies vegetais estão as palmeiras que se adaptam bem na
região, tendo-se o açaí frutifica de julho a dezembro, a andiroba
pode ser considerada como uma espécie multiuso, as sementes de
ucuuba são ricas em gordura que pode ser utilizado na indústria de
alimentos ou na produção de biodiesel; produção de óleos vegetais
como estratégia de fortalecimento da agricultura familiar.
A cadeia produtiva da farinha de mandioca precisa de tecnologias e
incentivos de adequação ao processamento como moagem e tratamento
térmico, agregar valor aos resíduos gerados e escoamento da produção
realizada pelas famílias produtoras.
Os produtos não
madeireiros, que se destacam em função da magnitude do valor de suas
produções, são o açaí e cacau, esses devem ter o incentivo ao
agronegócio orgânico, o manejo sustentável além de sistemas
agroflorestais. Onde a cacauicultura na região nunca estagnou ou
retrocedeu; mesmo que lentamente, sempre conseguiu dar significativa
produtividade. Apesar desse quadro próspero o setor apresenta
dificuldades ao competir em uma economia globalizada, os
agricultores precisam
ter suporte tecnológico para ao manejo do cacau nativo.
Outras
atividades devem ser estimuladas como a pesca equilibrada o turismo
ecológico, a
recuperação dos mananciais e das áreas de cultivos improdutivas,
criar de modo a assegurar a sustentabilidade econômica, social e
ambiental do negócio, além de as
ações de capacitação em gestão, planejamento, contabilidade e
marketing e alfabetização dos agricultores ribeirinhos, visto que
muitos apresentam dificuldade em assimilar as orientações técnicas.
As atividades de
base familiar devem investir na solidariedade, sob a forma de
cooperativas e associações, onde essas organizações precisam
formular suas estratégias.
Sobre a ótica da
sustentabilidade, a iniciativa do IPSAA trabalha no município para a
criação de um mecanismo para uma sustentabilidade em todas as etapas
de produção agro-florestal e conservação dos recursos hídricos,
ajudando a reduzir os impactos socioambientais.
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